A importância do Ultrassom na gravidez

 In Curiosidades

Uma das primeiras sensações de uma mulher que deseja ter um filho e descobre que está grávida é uma felicidade imensa que irradia para todos os lados.

Um tempo depois, essa alegria se mistura com um pouco de preocupação com o futuro bebê: “Será que está tudo bem com o meu filho?”, “Será que ele está se desenvolvendo normalmente dentro da barriga e com saúde?”.

Para saciar essa expectativa da futura mamãe, há alguns exames que são feitos por especialistas durante toda a gestação que podem dizer se está ou não tudo bem com o bebê em desenvolvimento. Um desses exames é a medida de Translucência Nucal (TN).

A Translucência Nucal é medida durante a ultra-sonografia realizada entre a 11a e 13a semana gestacional. A ultrassonografia geralmente é abdominal, mas se a medida não for possível, pode ser necessária a realização da ultrassonografia transvaginal.  Se houver um acúmulo excessivo de líquido na região da nuca do feto, aumenta o risco do bebê ter uma alteração cromossômica, mal-formações ou alguma síndrome genética.

Vale ressaltar que a TN não faz o diagnóstico, isto é, não oferece certeza absoluta, mas revela um risco grande daquele feto que está com acúmulo de líquido na região da nuca apresentar alguma alteração. Lembre-se que fazer um diagnóstico de alguma alteração precoce é fundamental para a realização de um tratamento o mais breve possível.

Outro exame de rotina é o ultrassom morfológico, feito normalmente entre 20 e 24 semanas de gravidez. Serve para avaliar o desenvolvimento do bebê com bastante detalhe, incluindo os órgãos internos.

Nessa ultrassonografia também já dá para descobrir o sexo do bebê, desde que ele “colabore”.

Ao mesmo tempo, a morfológica, como é comumente chamada, detecta a posição da placenta no útero.

E temos também o ecocardiograma fetal, um exame de ultrassom que permite avaliar se o coração do bebê está se desenvolvendo adequadamente e se apresenta função normal dentro do útero da mãe. Ele complementa a avaliação do ultrassom morfológico, pois é realizado por um cardiologista pediátrico com especialização nesta técnica.

Ele é importante para detectar se há alguma doença congênita, que se descoberta precocemente e necessitar de intervenção cirúrgica após o parto, fará com que o médico recomende um hospital com infraestrutura necessária ao atendimento imediato do seu bebê após o nascimento.

Ou quando necessário, tratar ainda no útero certas doenças cardíacas fetais, como a arritmia. Este exame diagnostica e acompanha a resposta do feto ao tratamento, sendo ferramenta importantíssima no pré-natal das gestantes.

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